Mesa 8: Os Personagens Foram Atacados na Delegacia

Sessão Passada

Marcamos um encontro em Memphis, com Agatha Broadmoor saindo com uma expedicionária para uma caminhada. Precisamos interceptá-la. Gardner acompanhará a gente. Ela planeja exorcizar o cadáver da Nitocris.

Douglas Walker quase não saiu vivo do ataque de um fire vampire na cadeira. Nos encontramos com ele no local incendiado sob a chegada de bombeiros. Nos encontramos em um beco. Reuben ficou na casa da Nina. Douglas queimou o rosto.

Sessão de Agora

Há policiais em todo lado. Douglas recuperou o diário e o cajado. Douglas vê a face da própria mãe em uma proximidade. Nos afastamos do lugar fugindo dos policiais, procurando ir para a cidade da Nina, um vilarejo em Meidum. O Douglas está machucado e procuramos por um médico para ele.

O médico, Khalid, chega para fazer o tratamento do Douglas Walker.

Vamos até um local onde há duas grandes pirâmides, uma delas rosada avermelhada — uma das faces da pirâmide totalmente quebrada —, outra delas esquisita, não exatamente curvada, bem mais delapidada com faces que parecem mais muros diagonais que degraus. De longe, vemos um jeep em uma das entradas da pirâmide curvada, em que há dois militares guardas vigiando a uma das entradas no norte. No sul há uma série de rampas que sobem até uma portinhola tampada por barricadas de madeira. Na pirâmide curvada, supostamente o Faraó Negro foi enterrado.

Chegamos no sábado (14), acordamos sentindo murmúrios do quarto do lado, o Walker conversando consigo mesmo segurando um pedaço do lençol, olhando para o chão. A senhorita Hypatia aparece nos sonhos do Walker. Então passamos a nos preparar para ir até as pirâmides. Subimos nos dromedários e caminhamos em direção à, primeiramente, Pirâmide Vermelha.

Passamos por dois guardas e entramos na pirâmide. Chegamos em uma sala central, passando por vários sarcófagos.

Andando à frente, vemos dois pilares brancos presos a uma parede mais desgastada que o resto da sala. Há um escrito com Sneferu. A sala tem formato de pirâmide e o chão parece seguir por trás da parede, com o caminho branco que leva até a parte de cima da pirâmide. O caminho vai ficando mais limpo, os pilares maiores e criaturas misturadas se aparentam pelo espaço. Encontramos degraus que dão acesso ao salão, entrando nele vemos uma sala com mapas à esquerda e à direita.

Vejo o mapa da direita, apenas com continentes. Ao centro, vê-se três pontos: um no Kenya, outro nos mares da China e um último nos desertos da Austrália. Vê-se que são bordoados com rubis. Ha uma linha que atravessa o mar índico e passa por parte do pacífico. A linha parece ter sido colada e todo o mapa parece bem mais novo que o resto. Sinto uma energia correndo por debaixo dos dedos conforme guio a mão pela faixa de obsidiana e pelo rubi. No topo do mapa, eu vejo múltiplos símbolos arcanos.

O Faraó Negro aparece e faz ofertas ao Douglas e ao Jonathan.

O retorno de Abner Vane me será mostrado. Pega um pingente prateado, virando um líquido esbranquiçado que evapora e que é viscoso, que cai espatifado e se molda em tendões e ossos se retorcem. Olhos avermelhados surgem e Nefrenká cria um ser humano, em que a carne fica vermelha e a pele branca. A face com um sorriso distorcido de Abner Vane surge, com o corpo de Lawrence, o homem gentil que acolheu eu e meus amigos na Inglaterra.

Eu saio com ele da pirâmide e tudo parece não ter acontecido. Vemos as duas figuras caídas com uma ankhi invertida cortada no peito deles. A ankhi brilha dourado e ilumina os céus, nascendo Douglas e Jonathan. Todos se unem, se vestem e voltam de jeep para a cidade.

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